O processo foi barrado depois que a Associação dos Transportadores de Passageiros de Uruguaiana (ATPU) obteve uma liminar na Justiça. A entidade sustenta ser credora de uma dívida superior a R$ 20 milhões da Prefeitura e garante que o edital prevê contrato de 12 anos, quando a lei municipal prevê prazo máximo de dez.
Devido aos impasses jurídicos, os manifestantes foram buscar esclarecimentos com as partes envolvidas. Após a audiência, uma reunião foi marcada para as 8h30min de quarta-feira, na sede do Legislativo. O encontro deve contar com representantes do Executivo, ATPU e Legislativo.
A ideia é de que a Prefeitura revogue o edital atual para abrir um novo sem que haja brechas para questionamentos da ATPU. O Executivo confirmou essa hipótese, por meio da Secretaria de Trânsito, mas ressaltou que a medida só pode ser adotada depois que forem julgadas as liminares obtidas pela entidade.
Os ativistas exigem ainda que a tabela de horário dos coletivos seja cumprida sem os atrasos, que podem chegar a três horas, além de melhorias da frota.