O deputado federal afirmou, no entanto, que a Casa pode avaliar opções de financiamento. "Podemos, a partir de amanhã, iniciar o processo de discussão de novas fontes de financiamento para a área da Saúde a partir do que já existe”, disse, ao citar como exemplo a arrecadação com royalties e com o seguro obrigatório DPVAT.
A votação da regulamentação da Emenda 29, que prevê recursos públicos mínimos obrigatórios para a Saúde, está prevista para amanhã e, segundo Maia, o tema entrará em pauta “faça chuva ou faça sol”.
Hoje, durante sessão da Comissão Geral da Câmara dos Deputados que discute a regulamentação da Emenda 29, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a saúde brasileira precisa de R$ 45 bilhões anuais para chegar ao patamar de países como o Chile e a Argentina.
"É um passo que abre uma caminhada para reorganizar o Sistema Único de Saúde (SUS), para dar conta das novas necessidades do povo brasileiro. É importante termos mais controle, é importante termos regras que estabeleçam melhor a fiscalização, mas é fundamental termos mais financiamento”, destacou o ministro.