Enquanto Costa fica no interior do Hospital da Cidade, os funcionários alimentam o cão, dão-lhe água e até agasalhos para o animal passar as noites. Mas sempre que pode, com autorização e apoio dos médicos, o paciente desce até a frente do estabelecimento para ver o companheiro, ou, conforme ele mesmo destaca, o seu melhor amigo.
Além dos funcionários do HC, Seco começou a receber atenção de outras pessoas, inclusive da equipe de uma clínica veterinária, onde ganhou banho e tosa. Lauri da Costa ainda não tem previsão de alta e, enquanto isso, seu fiel companheiro continua na frente do hospital.