Amigos e familiares da menina se reuniram por volta das 19h, logo após a realização da missa de sétimo dia. O ato foi organizado pelo Facebook e prevê que caminhada siga, da Igreja, até a Escola Piratini, na rua Eudoro Berlink.
Bruna morreu depois que o carro em que era passageira foi atingido por um Corsa em alta velocidade na esquina das avenidas Pernambuco e Brasil. O Ford Ecosport era conduzido pelo pai de uma amiga dela. Ele havia pego Bruna e as demais adolescentes em uma festa.
Após o acidente, o motorista tentou fugir e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ele prestou depoimento e foi liberado. A polícia ainda não confirmou se ele havia ingerido bebida alcoólica. O delegado do caso, Cristiano Reschke, já pediu uma espécie de reconstituição pericial para comprovar se o motorista do Ecosport abusou da velocidade.
Motorista pode responder por homicídio doloso
O policial explica que esclarecer esse ponto é essencial para identificar se o homicídio foi culposo (sem intenção) ou doloso (com intenção ou assumindo o risco de matar). Segundo o policial, os indícios colhidos até agora apontaram para a existência de dolo.
Apesar de o motorista ter se recusado a fazer o bafômetro, o uso de álcool foi comprovado pelo exame clínico e pelas circunstâncias, segundo o delegado. Ele ressaltou que o fato de o condutor ter passado o sinal vermelho e fugido na contramão também serve como agravante.