Familiares e amigos de Graziela Müller Leirias fizeram uma caminhada, na tarde desta terça-fe, em Porto Alegre, pedindo justiça pelo assassinato da médica, ainda no fim de semana. A oftalmologista foi atingida por um tiro no abdômen durante uma tentativa de assalto por volta das 19h de domingo, ao voltar de Camaquã, onde passou o dia dos pais. O alvo era o
veículo, um Citröen C4. Uma irmã dela presenciou o crime.
A manifestação iniciou por volta das 16h em frente ao Museu de História da Medicina, na avenida Independência, no Centro da Capital. No local, por volta das 17h, balões brancos foram soltos e o grupo, de aproximadamente 150 pessoas, seguiu em direção ao Palácio Piratini, onde uma comitiva foi recepcionada e deve conversar com representantes do governo.
Conforme uma das organizadoras do movimento e ex-colega de trabalho de Graziela, Julia Teixeira, a ideia da manifestação é prestar uma homenagem à médica e pedir um olhar mais atento dos gestores em relação a violência urbana. A repercussão do assassinato da oftalmologista pode ter assustado os dois autores do crime, já que o carro roubado apareceu abandonado no fim da noite dessa segunda-feira na avenida na zona Sul da Capital.
A polícia segue sem pistas dos suspeitos.
Caminhada pedindo segurança é realizada após assassinato de médica em Porto Alegre
Comitiva é recebida na Casa Civil