"Essa decisão do nosso movimento se ampara principalmente no fato de que o governo não atendeu reivindicações fáceis de serem atendidas, como, por exemplo, a anulação das multas referentes à manifestação passada", disse na nota Ivar Luiz Schmidt, líder do comando. O grupo mantém a mesma pauta de reivindicação de março, quando a maioria das estradas do País teve o fluxo interrompido por bloqueios de caminhoneiros.
Entre as demandas do segmento estão a redução do preço do óleo diesel, criação do frete mínimo e anulação das multas por causa das manifestações anteriores. Eles também pedem liberação de crédito com juros subsidiados no valor de R$ 50 mil para transportadores autônomos, aposentadoria com 25 anos de contribuição e salário unificado em todo território nacional. "Somos a única categoria nesse país que trabalha, hoje, pelo mesmo valor há 10 anos", afirmou Schmidt. A página do grupo no Facebook tem 23,2 mil seguidores.
Domingo 25 de Outubro de 2015Comunicado do Comando Nacional do Transporte Gostaríamos em nome de todos os... Posted by Comando Nacional do Transporte on Domingo, 25 de outubro de 2015