Ele explicou ainda que a meta é descentralizar o recolhimento e concentrar a distribuição. Na prática, as peças podem ser doadas em qualquer cidade, mas o gerenciamento é feito pelo governo do Estado. Moiano ressaltou que esta articulação é fundamental, uma vez que há algumas distorções entre o recolhimento nas regiões. “Em algumas cidades, o volume é muito grande, até superior à demanda. Em outras, não cobre a necessidade”, enfatizou.
O coronel explicou ainda que a ideia é que as roupas e os calçados sejam entregues às famílias em situação de vulnerabilidade social. Além disso, também podem ser utilizadas pela Defesa Civil para atender vítimas de tragédias, como inundações e vendavais. As doações podem ser feitas diretamente nas prefeituras, no Palácio Piratini, na Assembleia Legislativa, entre outros pontos.
A campanha é promovida pela equipe da Casa Militar e Sub-chefia de Defesa Civil e continua sendo desenvolvida a partir da Central de Doações, localizada no Centro Administrativo Fernando Ferrari (avenida Borges de Medeiros, 1501, em Porto Alegre). Contatos pelo telefone (51) 3288-6781. O horário de funcionamento é das 8h30min às 12h e das 13h às 18h em dias úteis.