O presidente da Carris afirmou que, mais uma vez, a estatal foi surpreendida por uma paralisação sem comunicação alguma e classificou o ato de ilegal. Zimmermann pediu à Procuradoria para ir ao Ministério do Trabalho e solicitar a ilegalidade do movimento para normalizar a circulação de ônibus. O presidente da estatal relatou que pediu apoio da Brigada Militar (BM) para saída dos coletivos e, “infelizmente, a Brigada está aqui na frente, mas não tomou as medidas que nós pedimos.”
“Estamos vivendo em Porto Alegre uma situação de excepcionalidade. As pessoas acham que podem fazer tudo e estão dentro da lei. Sou a favor da greve. É um direito legal de qualquer trabalhador, mas é preciso que se tomem medidas legais e que se façam os avisos para que a população não seja prejudicada no deslocamento”, argumentou Zimmermann.
“Não podemos ficar refém de uma minoria que não é do sindicato, que se auto-representa e que está agindo não só na Carris e prejudicando o sistema de transporte”, afirmou.