A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) foi chamada para uma vistoria, mas a remoção ficará sob a responsabilidade da Infraero. Por enquanto, é feita uma avaliação e ainda não há data para o deslocamento. “Ainda não está definido, mas existem vários métodos. Uns usam redes, outros até falcões para capturar”, disse a bióloga. Segundo ela, os animais ainda não começaram a procriação. Quando colocarem ovos, não poderão mais ser retirados. Soraya informou que o casal deverá ser levado para uma área com licença ambiental em Camaquã, mas não é garantia que eles fiquem por lá. “Às vezes eles voltam”, disse. Os quero- queros que viviam no Estádio Olímpico também seguiram para lá.
Colisões entre aves e aviões são comuns nos aeroportos. Elas são responsáveis por acidentes e avarias graves nas aeronaves. “Para evitar os incidentes, trabalhos em conjunto entre a prefeitura e a Infraero são realizados periodicamente, para manter a área do aeroporto sob constante monitoramento”, ressaltou.