O secretário do Planejamento de São Leopoldo, Fernando Menezes, disse que nenhum dos ocupantes seria beneficiado pelo projeto de habitação. Segundo Menezes, o movimento de vandalismo é político.
O projeto envolve a construção de casas em quatro loteamentos a partir da necessidade de retirar moradores que vivem às margens do Arroio Kruse, área de preservação ambiental e onde ocorrem alagamentos. Já a região ocupada tem previsão de entrega para julho e um investimento de aproximadamente R$3,5 milhões. Outras residências devem ser concluídas até setembro. Ao todo, o governo federal empenhou R$30 milhões.
Enquanto o juizado de plantão não expede a autorização para a reintegração de posse, as famílias permanecem nas casas.