Os rodoviários exigem maior segurança para os trabalhadores e o fim do fator previdenciário, dentre outras reivindicações. “O pessoal tem um horário muito forçado. Estamos brigando pelo fator previdenciário, que acaba baixando o salário. Por segurança dos trabalhadores, já que os rodoviários estão nas mãos dos marginais. É uma série de coisas”, Jarbas Franco, secretário-geral do Sindicato dos Rodoviários da Capital.
Já o Cpers/Sindicato pretende conseguir adesão total para a paralisação geral. Nessa segunda, 30% escolas estaduais de Porto Alegre paralisaram as atividades em função da possível greve geral, chamada pelas redes sociais. Esse é o balanço da 1ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), da Secretaria Estadual de Educação. Das 259 instituições, 80 não tiveram aulas.
Os bancários de Porto Alegre e Região Metropolitana também estão mobilizando a categoria para o dia 11. Nesta quinta-feira, agências bancárias do Centro da Capital podem paralisar por até duas horas, em um protesto contra um projeto de lei que regulamenta a terceirização no Brasil. A categoria deve promover uma caminhada até a Esquina Democrática. No local, por volta do meio-dia, além do ato, deverá ser feita a convocação para a paralisação geral da semana que vem.
O Projeto de Lei 4.330, que trata da terceirização, restringe direitos trabalhistas garantidos em acordos e convenções coletivas, na CLT e na Constituição Federal. O PL deve ser votado em uma reunião da CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados, na próxima terça.