Segundo o morador Sandro Pereira da Silva, 39 anos, há mais de um ano as autoridades da cidade têm sido alertadas sobre os vários problemas no cemitério, além do recente desmoronamento. Ele diz que a falta de lixeiras estimula o descaso da população e a poluição deliberada do rio.
Ao longo dos aproximados 20 metros onde está ocorrendo o desmoronamento, alguns túmulos já foram removidos pelos familiares. A falta de plantas no local afetado facilita o processo de erosão. Sandro vive próximo do cemitério e usa o rio para tomar banho e pescar, assim como outros moradores.
O prefeito de Muçum, Tarso Bastiani, foi procurado e não quis conceder entrevista sobre o caso.