Conforme o Comandante do 1º Batalhão Ambiental da Brigada (CABM), coronel Jorge Luiz Agostini, a situação preocupa porque acontece próximo a um local de navegação, com profundidade variável entre seis e nove metros, onde deveria ter oxigênio suficiente para os animais. "O peixe de couro, como é o caso do pintado, é um dos mais resistentes. Talvez seja por isso que eles estejam resistindo", analisou. O coronel admitiu ser necessário uma reunião entre os órgãos ambientais para analisar o fenômeno.
Equipes do Batalhão Ambiental realizam sobrevoo para verificar se existem mais pontos de cardumes em situação parecida no Guaíba.