Como em outras manifestações, participantes levam diversos cartazes com diferentes reivindicações. As palavras de ordem exigem passe livre no transporte, investimentos em saúde e educação, assim como criticar corrupção na política e os gastos com dinheiro público em obras da Copa do Mundo de 2014.
O grupo, que protagonizou a invasão à Câmara Municipal de Porto Alegre, entre os dias 10 e 18 deste mês, exige passe livre nos ônibus para estudantes e desempregados, além da abertura das contas das empresas do setor. Os ativistas garantem reforçar as ações até que o Executivo sancione o benefício, mesmo que o prefeito José Fortunati já tenha descartado essa hipótese. É o que adverte Luany Barros e Xavier, coordenadora do DCE da Ufrgs e integrante do movimento.
“O prefeito Fortunati falou no início do ano que não havia como a passagem baixar, mas depois da realização dos atos de revindicação e da revogação do aumento, a gente provou o contrário (…) então vamos continuar lutando pelo passe livre, mesmo com a negativa do prefeito”, destacou.
Em nota, o Bloco de Luta frisou que a ocupação da Câmara de Vereadores resultou na formulação de dois projetos de lei, prevendo o passe livre para estudantes e trabalhadores desempregados e a abertura das contas das empresas de transporte. Ambas as matérias devem ser votadas no Legislativo.