Geral

Cheia do rio Ibirapuitã afeta serviços municipais em Alegrete

Prédios públicos foram atingidos pela enchente

Cheia do rio Ibirapuitã afeta serviços municipais em Alegrete
Cheia do rio Ibirapuitã afeta serviços municipais em Alegrete Foto : Alair Almeida / Especial / CP
Os alegretenses  mantém expectativa na redução do nível do Rio Ibirapuitã. Em medição na manhã desta segunda-feira, o nível estava em 11,50 metros, diminuindo 20 centímetros desde a última medição realizada na tarde desse domingo. Alguns serviços da Prefeitura de Alegrete terão seus locais de atendimento modificados, pois alguns prédios foram atingidos pela enchente. A unidade da Estratégia de Saúde da Família (ESF) do bairro Vila Nova teve suas atividades transferidas para a Escola Osvaldo Dornelles, por tempo indeterminado.

Além das atividades normais, a equipe da ESF está contribuindo com o a Defesa Civil realizando o cadastro das famílias atingidas pela enchente. Já a Secretaria do Meio Ambiente, que teve seu prédio localizado no Parque Porto dos Aguateiros também atingido pela enchente, não fará atendimento ao público durante esta semana, estando somente em expediente interno para reorganização dos setores.

O Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD) foi outro serviço que teve o prédio atingido pela enchente. O serviço foi transferido temporariamente para o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II), na Praça Alexandre Lisboa (antiga ABA).

O estádio Municipal Farroupilha foi outra estrutura pública que foi sofreu inundação do Rio Ibirapuitã. Como o estádio ainda está inundado, não foi possível verificar a intensidade dos danos causados pela enchente. Assim que a água baixar totalmente, será feita uma avaliação das condições do local e a possibilidade da realização do Encontro de Futebol Infantil Pan-americano (Efipan).

Orientação é não retornar para casa

Mesmo com a diminuição do nível do rio, a Coordenadoria Municipal da Defesa Civil (CMDC) orienta os moradores que tiveram suas casas atingidas pelas águas do Ibirapuitã, não retornem ainda para suas casas. A CMDC começou o levantamento total das famílias atingidas e projeta que o número total deve chegar a 5 mil pessoas, incluindo as que estão em abrigos coletivos. A grande maioria está em casa de parentes ou amigos, explicou Guiomar Silva, coordenadora da Defesa Civil em Alegrete.