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Chuva adia utilização do corredor de ônibus em Porto Alegre

Não há previsão para liberar trecho entre avenida Protásio Alves e Osvaldo Aranha

Não há previsão para liberar trecho entre avenida Protásio Alves e Osvaldo Aranha
Não há previsão para liberar trecho entre avenida Protásio Alves e Osvaldo Aranha Foto : André Ávila
A chuva impediu a liberação de trechos do corredor de ônibus na avenida Protásio Alves e Osvaldo Aranha, na região central de Porto Alegre. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) estimava que o fluxo seria autorizado para os ônibus no início da manhã desta quarta-feira.

Porém, em função das condições climáticas não foi possível fazer a pintura do trecho. Assim, a utilização só ocorrerá quando for possível fazer o trabalho, explicou o diretor de trânsito da EPTC, Carlos Pires.

A intenção era liberar as faixas na Protásio Alves entre as ruas São Manoel e Ramiro Barcelos e na Osvaldo Aranha, entre a Ramiro Barcelos e Paulo Gama. No local houve as obras de pavimentação ligadas ao Bus Rapid Transit (BRT), que foram parcialmente concluídos pelo Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov).

A liberação para a passagem dos ônibus amenizaria os congestionamentos nos horários de pico nesta região. Segundo Pires, haverá redução nos atuais tempos de viagens com os corredores. Em função das obras, a via diferenciada ficou bloqueada, fazendo com que os coletivos tivessem que utilizar as faixas destinadas aos demais veículos, causando lentidão e problemas no trânsito.

Também beneficiaria os passageiros que atualmente utilizam estações provisórias. Quando o fluxo for liberado nos corredores serão reativas as estações Hospital de Clínicas, Hospital de Pronto Socorro (HPS), Araújo Vianna e Instituto de Educação.

Nos corredores foi realizada a substituição do asfalto. Para os BRTs é necessário que o pavimento seja de placa de concreto, que por ser mais rígido permite que o ônibus trafegue com maior velocidade. Em toda a avenida serão 7,5 quilômetros. A previsão é concluir a substituição do asfalto até agosto deste ano. O custo desta etapa é de R$ 15,2 milhões.

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