Porém, em função das condições climáticas não foi possível fazer a pintura do trecho. Assim, a utilização só ocorrerá quando for possível fazer o trabalho, explicou o diretor de trânsito da EPTC, Carlos Pires.
A intenção era liberar as faixas na Protásio Alves entre as ruas São Manoel e Ramiro Barcelos e na Osvaldo Aranha, entre a Ramiro Barcelos e Paulo Gama. No local houve as obras de pavimentação ligadas ao Bus Rapid Transit (BRT), que foram parcialmente concluídos pelo Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov).
A liberação para a passagem dos ônibus amenizaria os congestionamentos nos horários de pico nesta região. Segundo Pires, haverá redução nos atuais tempos de viagens com os corredores. Em função das obras, a via diferenciada ficou bloqueada, fazendo com que os coletivos tivessem que utilizar as faixas destinadas aos demais veículos, causando lentidão e problemas no trânsito.
Também beneficiaria os passageiros que atualmente utilizam estações provisórias. Quando o fluxo for liberado nos corredores serão reativas as estações Hospital de Clínicas, Hospital de Pronto Socorro (HPS), Araújo Vianna e Instituto de Educação.
Nos corredores foi realizada a substituição do asfalto. Para os BRTs é necessário que o pavimento seja de placa de concreto, que por ser mais rígido permite que o ônibus trafegue com maior velocidade. Em toda a avenida serão 7,5 quilômetros. A previsão é concluir a substituição do asfalto até agosto deste ano. O custo desta etapa é de R$ 15,2 milhões.