Desde o começo da manhã, o Corpo de Bombeiros já recebeu mais de 100 chamados telefônicos de emergência em função da enxurrada. Até a metade da manhã, por volta das 10h, a cidade já havia registrado o índice pluviométrico de 132 mm – a média do mês inteiro.
Por volta das 9h, parte do forro de gesso do posto de saúde localizado na avenida Major Carlos Pinto – uma das principais da cidade – desabou. Em virtude do episódio, o local foi interditado pelos Bombeiros, por risco de incidentes com a energia elétrica.
No bairro Getúlio Vargas, na região do Porto Novo, alguns moradores utilizaram botes para sair de casa. O Comitê Municipal de Defesa Civil, formado pela prefeitura, Plano de Auxílio Mútuo (PAM), Marinha, Brigada Militar e Corpo de Bombeiros, se reuniu na sede do Executivo. Os representantes definiram as estratégias para lidar com a situação, o que inclui planos de emergência para atender a população.
Até o momento, o município não registra desabrigados. No entanto, pessoas residentes nos bairros Hidráulica, Vila Maria e São Miguel, solicitaram auxílio da Defesa Civil para que fossem removidas de suas casas em função dos alagamentos. Equipes se deslocam para essas regiões, com o objetivo de avaliar a situação.