A estimativa inicial é de que mais de 50 casas tenham sido invadidas pela água. Muitas delas, segundo o prefeito Elói Poltronieri, já tinham os telhados destruídos pelo granizo. “Os bairros mais atingidos foram o Aidé e o Mauá, cujos moradores, na maioria, são carentes e já moram em sub-habitações”, explica.
A água baixou por volta das 21h, mas os trabalhos de remoção de lixo das ruas só foi concluído por volta da meia-noite. Hoje, trabalham no auxílio aos flagelados cerca de 70 pessoas, incluindo voluntários de empresas da cidade. Após a suspensão das aulas em três escolas atingidas pelo granizo, os cerca de 800 estudantes das instituições já retornaram às atividades.
Nesta quarta-feira iniciam-se os consertos nos telhados conforme o prefeito Poltronieri. “Essas equipes começam o trabalho de reconstruir os telhados, que estão apenas cobertos com lonas. Como há previsão de mais chuva para hoje é preciso fazer o serviço o quanto antes”, reitera.
A prefeitura comprou, com verba própria, duas mil telhas e espera outras cinco mil provenientes da Defesa Civil Estadual.