"Ainda não temos estimativas sobre o número de desaparecidos porque a todo momento chegam informações de pessoas que sumiram na enchente. A contagem está sendo feita pela Defesa Civil dos municípios afetadas", relatou o subcomandante.
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Conforme Miranda, o maior problema encontrado pelas equipes de resgate até o momento são as chuvas persistentes na região. "Fortes ou fracas, as chuvas não param aqui no Rio de Janeiro e isso dificulta o trabalho de resgate das pessoas que sofreram com as enchentes e aumenta o contingente de flagelados", afirmou. Conforme informações do portal R7, o número de mortos em decorrência das chuvas já chegou a 385 no Estado.
A cidade mais atingida é Nova Friburgo onde, segunda a Prefeitura, 168 pessoas morreram. Outros 17 corpos foram encontrados no município de Sumidouro. Em Teresópolis, até as 14h desta quinta-feira, eram 161 mortos. Segundo o prefeito de Petrópolis, Paulo Mustrangi, a cidade registra 39 mortos. Em Friburgo, o comércio está fechado e muitos moradores ainda estão sem luz, água e gás. O sistema de telefonia funciona parcialmente.
Segundo José Paulo Mirando, alimentos, água e medicamentos estão sendo fornecidos pelas prefeituras de cada município. "Até o presente momento, não está faltado nada para os desabrigados", afirmou ele. Uma campanha de doação de roupas e donativas está sendo organizada pela Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro.