O presidente da Asstbm, Aparício Santellano, refutou a informação de envolvimento de um dos integrantes da associação nas manifestações com bombas. Segundo ele, a entidade "não tem funções políticas, ela é voltada para lutar pelo bem de nossa categoria".
A última identificação é de um PM que teria colocado, sexta-feira passada, material explosivo na rua Coronel Fernando Machado, em frente a um posto do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), nos fundos do Palácio Piratini. O policial também teria auxiliado na colocação da bomba falsa no viaduto sobre a avenida Borges de Medeiros. Os outros suspeitos são do interior. Além deles, há possibilidade de envolvimento de PMs da reserva.
Nesse final de semana, segundo PMs que pediram para não ser identificados, foi cumprido um mandando de busca e apreensão na casa de um suspeito, mas nada foi encontrado. As identificações estão calcadas em imagens de câmeras de segurança em ruas da Capital, em testemunhos de pessoas que teriam visto a ação e em informações passadas à corporação, revelando o motivo das manifestações.