As companhias analisam o possível impacto que o fenômeno pode ocasionar nos motores de seus aparelhos. "Há presença de cinzas e é possível que elas continuem presentes no resto do dia no território uruguaio", disse Ramón Alvariño, encarregado da previsão meteorológica do aeroporto.
Segundo o Serviço Nacional de Geologia e Minas (Sernageomin) chileno, as cinzas do Puyehue - que continua com um processo de erupção de baixa intensidade - podem afetar o tráfego aéreo por meses. O principal terminal aéreo uruguaio sofreu várias vezes cancelamentos e demoras em seus voos pelo fenômeno, mas nunca deixou de estar operante.