De acordo com o meteorologista Luiz Fernando Nachtigall, a tendência é que as cinzas alcancem o Rio Grande do Sul, mas sem apresentar densidade tão significativa quanto a verificada no mês outubro. “Toda vez que uma massa de ar frio avançar da Argentina para o Estado, teremos o risco de cinzas, porque o vulcão segue emitindo material e existe uma grande quantidade de cinzas no solo da Patagônia, que é levantada pelo vento em tempestades no Sul do continente.”
Imagens de satélite analisadas pela MetSul mostram que as cinzas avançam em baixa altitude assim como ocorreu em outubro.