De acordo com Nachtigall, se houvesse tráfego aéreo na região da Fronteira Oeste e no extremo Sul, a nuvem de cinzas poderia atrapalhar as operações. “Pela imagem de satélite, as cinzas mais densas estão no Uruguai e na Argentina, mas a quantidade que há no Estado provoca redução de visibilidade.”
Cinzas vulcânicas voltam ao Estado, mas estacionam sobre a Fronteira
Nuvem de vulcão chileno não deverá prejudicar tráfego aéreo
As cinzas expelidas pelo vulcão chileno Peyehue-Cordón Caulle, que atrapalhavam ontem os voos na Argentina, estão sobre o Rio Grande do Sul nesta quarta-feira. No entanto, as partículas estão concentradas nas cidades que fazem fronteira com o Uruguai e com a Argentina e não devem avançar pelo território gaúcho, de acordo com o meteorologista da MetSul, Luiz Fernando Nachtigall. “O vento é fraco no quadrante Sul e a tendência é de que ele vire e vá para o Leste”, explicou.
De acordo com Nachtigall, se houvesse tráfego aéreo na região da Fronteira Oeste e no extremo Sul, a nuvem de cinzas poderia atrapalhar as operações. “Pela imagem de satélite, as cinzas mais densas estão no Uruguai e na Argentina, mas a quantidade que há no Estado provoca redução de visibilidade.”
De acordo com Nachtigall, se houvesse tráfego aéreo na região da Fronteira Oeste e no extremo Sul, a nuvem de cinzas poderia atrapalhar as operações. “Pela imagem de satélite, as cinzas mais densas estão no Uruguai e na Argentina, mas a quantidade que há no Estado provoca redução de visibilidade.”