Os amigos Florencia Gini, de 28 anos, e Daniel Fernandes, de 36 anos, retornavam para Buenos Aires ainda em clima de comemoração. Com uma bandeira sobre as costas Florencia afirma estar contente com a vitória e com o Mundial. Viajando o Brasil desde o dia 15 deste mês ela pretende retornar. “Vou voltar para o Brasil e logo. Foi tudo muito bom”, conta.
E depois da vitória já estar garantida na capital gaúcha, quando despediam-se de Porto Alegre os argentinos não perderam a chance de reascender a velha rivalidade com os brasileiros. Otimistas, os amigos Marcelo Granero, 43, Marcelo Soto, 40, e Daniel Philip, 36, apostam no jogo de Brasil e Argentina para disputar a taça da Copa. “Vamos nos encontrar na final e vamos ganhar”, diz Granero.
No entanto, a única certeza de parte dos milhares de argentinos que estiveram em Porto Alegre, é de que valeu a pena ter viajado centenas de quilômetros para o encontro com o futebol de todas as raças. A Copa do Mundo trouxe à cidade a oportunidade de transformação. Mesmo que apenas por um dia, foi holandesa, mexicana, hondurenha, nigeriana, australiana, uruguaia e argentina.