De acordo com a Brigada Militar, os quatro ocupantes do Corsa da BM estavam na Capital integrando a força-tarefa contra os homicídios e iam em apoio a um suposto confronto na favela, situada em frente ao Bourbon. Mais tarde, a BM negou que tivesse ocorrido tiroteio na vila. O acidente ocorreu por volta das 17h. A pancada deixou a frente dos dois automóveis parcialmente destruídas.
A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), interditou a pista da esquerda, no sentido bairro-Centro, para o trabalho de perícia e remoção dos veículos. Também não estava sendo permitido que os carros dobrassem a esquerda, na Guilherme Alves, no mesmo sentido do acidente.
Dos quatro ocupantes do Corsa, um sargento teve sangramento no nariz e um soldado queixava-se de dor na coluna. O motorista do Clio também teve sangramento no nariz, ao bater o rosto no air-bag, que se abriu com a colisão. Os três foram levados pelo Serviço Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital de Pronto Socorro (HPS).
Os quatro policiais militares estavam indo atender a uma ocorrência em que um policial civil teria sido ferido com um tiro, na Cachorro Sentado. No meio do caminho ocorreu a colisão. Um suspeito de ter ferido o civil foi preso quase no mesmo momentos em que a viatura da BM e o Clio se envolviam na colisão.