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O policiamento da Brigada Militar (BM) foi reforçado, com várias duplas de policiais circulando nas principais ruas. As garagens da avenida Mauá não abriram.
Já as bancas de frutas e verduras na Praça Parobé funcionaram normalmente, mas quase não venderam nada. O comerciante Rodrigo Magnus Endler, de 38 anos, disse que suas vendas eram menores que em um domingo. “Nunca vi um dia como o de hoje em 18 anos que trabalho aqui. O movimento está cerca de 30% mais fraco do que num domingo, porque não tem ônibus. Estou dando mais informação do que vendendo”, afirmou.
Na rua Voluntários da Pátria, a maioria das lojas permanecia fechada. No entanto, Hassan Baja, de 57 anos, manteve seu comércio de vestuário aberto. “A Brigada está dando proteção. Se eu ver que vai continuar sem público, fecho a loja e mando todo mundo para casa”, informou. Na Rua dos Andradas, menos de dez estabelecimentos comerciais abriram as portas.
Por volta das 6h30min, uma fila se formava à entrada de um laboratório de análises clínicas. Às 8h, todos foram embora porque as portas permaneceram fechadas. O Banrisul da Praça da Alfândega também atendeu o público a partir das 10h e desde as 9h já estava com os caixas eletrônicos funcionando.
Na Salgado Filho, local de grande movimentação por causa dos terminais de ônibus, a circulação era bem fraca e as lojas estavam fechadas. A Oi colocou tapume nas vidraças para evitar prejuízos.
Mesmo quadro era registrado nos bairros da capital gaúcha. Ao longo da avenida Farrapos, apenas as lojas de conveniência e os postos de combustíveis funcionavam normalmente. Na avenida Osvaldo Aranha e em alguns trechos da Protásio Alves os pontos comerciais ficaram fechado. O mesmo ocorreu nas avenidas João Pessoa e Azenha.