Na maior escola municipal da Capital , a José Loureiro da Silva, no bairro Cristal, a movimentação foi intensa com o retorno das aulas. Durante a semana de greve, apenas quatro professores não aderiram à paralisação. Segundo a diretora da escola, Célia Trevisan Teixeira, o período de greve foi curto, o que não deverá comprometer o calendário escolar.
Nos postos de saúde, que também tiveram as suas atividades prejudicadas com a greve, foi intensa a procura por informações. A paralisação dos municipários não chegou a interromper totalmente as atividades, mesmo
assim, alguns serviços ficaram prejudicados. Entre as principais dúvidas das pessoas que buscaram os postos, estavam a remarcação de consultas e de exames. A tendência é de que os atendimentos sejam normalizados
gradativamente.
Segundo a presidente do Sindicato dos Municiparios (Simpa), Carmen Padilha, a retomada dos serviços deverá ocorrer em até 90 dias, com exceção dos professores, que terão até o final do ano. Ela explicou que pelo prazo ter sido curto (uma semana) não deverá provocar maiores problemas aos cidadão.
Apesar do final da greve, Carmen avaliou que as conquistas foram importantes. Mesmo assim, o sindicato acompanhará de perto o cumprimento do acordo. Um dos exemplos é o reajuste para algumas categorias que depende obrigatoriamente da aprovação de projeto de lei na Câmara. “Infelizmente não conseguimos atingir todos os nossos objetivos. Mesmo assim, temos que comemorar as vitórias e manter as reivindicações”.