O diretor de Transportes da EPTC, Carlos Pires, disse no final da tarde que nenhum veículo fora apreendido realizando o serviço, mas estão sendo realizadas investigações. Segundo ele, os motoristas evitam determinadas avenidas para não ser flagrados, o que compromete o serviço de fiscalização. O valor mínimo das tarifas cobradas é R$ 3,00. No entanto, alguns praticam valores maiores como Luciano, 39, proprietário de uma Van azul, que estava cobrando R$ 5,00 por passageiro, no trajeto Restinga-Centro e vice-versa. “Tem muita procura nessa época”, afirmou. A EPTC reforça que o transporte alternativo é ilegal, já que os veículos não estão regulamentados e podem oferecer risco à segurança do passageiro.
Com greve, motorista fazem transporte coletivo até o Centro
EPTC recebeu diversas denúncias e efetuou uma apreensão
Com a greve dos rodoviários, um novo problema se propaga nas ruas da Capital. O transporte clandestino ganhou espaço e vans particulares, assim como algumas escolares, trafegam livremente carregando passageiros em período de férias escolar. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) tem recebido denúncias sobre a circulação de transporte clandestino, desde o início da manhã desta quarta-feira. As linhas ilegais realizaram trajetos ligando os bairros Restinga e Lomba do Pinheiro até o Centro.
O diretor de Transportes da EPTC, Carlos Pires, disse no final da tarde que nenhum veículo fora apreendido realizando o serviço, mas estão sendo realizadas investigações. Segundo ele, os motoristas evitam determinadas avenidas para não ser flagrados, o que compromete o serviço de fiscalização. O valor mínimo das tarifas cobradas é R$ 3,00. No entanto, alguns praticam valores maiores como Luciano, 39, proprietário de uma Van azul, que estava cobrando R$ 5,00 por passageiro, no trajeto Restinga-Centro e vice-versa. “Tem muita procura nessa época”, afirmou. A EPTC reforça que o transporte alternativo é ilegal, já que os veículos não estão regulamentados e podem oferecer risco à segurança do passageiro.
O diretor de Transportes da EPTC, Carlos Pires, disse no final da tarde que nenhum veículo fora apreendido realizando o serviço, mas estão sendo realizadas investigações. Segundo ele, os motoristas evitam determinadas avenidas para não ser flagrados, o que compromete o serviço de fiscalização. O valor mínimo das tarifas cobradas é R$ 3,00. No entanto, alguns praticam valores maiores como Luciano, 39, proprietário de uma Van azul, que estava cobrando R$ 5,00 por passageiro, no trajeto Restinga-Centro e vice-versa. “Tem muita procura nessa época”, afirmou. A EPTC reforça que o transporte alternativo é ilegal, já que os veículos não estão regulamentados e podem oferecer risco à segurança do passageiro.