“A gente não pode falar em valores. Não se pode falar em futuro, mas, certamente, assim que o Estado recuperar a suas finanças, haverá a valorização”, disse Abreu. Nessa quarta-feira, a Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM) definiu, por unanimidade, não aceitar o reajuste diferenciado, ou seja, 18% para os sargentos e 11% para subtenentes e tenentes. A entidade quer reajuste linear para todas as patentes com base no que foi oferecido para os soldados, que é 23,5%.
O presidente da associação, Aparício Santelano, disse que se o governo não atender as reivindicações, será difícil segurar os protestos que vem ocorrendo desde agosto, com queima de pneus. O presidente da Associação de Cabos e Soldados (Abamf), Leonel Lucas, que também esteve na assembleia, ressaltou que os servidores de nível médio não sairão desunidos da negociação com o governo.
Está marcada para as 14h de hoje um novo encontro entre a associação dos soldados e a Casa Civil. Nesta sexta-feira, às 9h, os sargentos e subtenentes se reúnem no Palácio Piratini.