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Começa campanha de vacinação contra a gripe no País

Meta é imunizar, pelo menos, 80% da população do Rio Grande do Sul

Entre eles o H1N1, além de outros dois tipos de gripe sazonal
Entre eles o H1N1, além de outros dois tipos de gripe sazonal Foto :
Começou neste sábado a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que pretende imunizar, pelo menos, 80% da população do Rio Grande do Sul. A dose protege contra três tipos do vírus Influenza, entre eles o H1N1, além de outros dois tipos de gripe sazonal. Os postos de saúde ficam abertos até às 17h e a campanha termina em 25 de maio.

Em Porto Alegre, o lançamento oficial ocorreu pela manhã no Centro de Saúde Modelo, no bairro Santana, com as presenças do prefeito da Capital, José Fortunati, e do secretário municipal da Saúde, Marcelo Bosio. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou do lançamento da campanha no Rio de Janeiro e desembarca em Porto Alegre à tarde para participar de evento no Asilo Padre Cacique, acompanhado do prefeito, do secretário de saúde e do vereador Waldir Canal, autor da lei que prevê a vacinação de idosos agendada e domiciliar.

O objetivo da campanha é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações decorrentes de infecções pelo vírus. Como alguns grupos são mais suscetíveis a ter graves problemas - porque o sistema imunológico está enfraquecido, como idosos -, a vacinação começa com eles. O grupo prioritário inclui ainda crianças de seis meses a dois anos, gestantes, indígenas, profissionais da saúde e doentes crônicos. Nas próximas semanas, outros grupos serão chamados para imunização.

O secretário municipal da Saúde, Marcelo Bosio, reforçou o apelo para que a população se imunize. “É importante que as pessoas não deixem para se vacinar na última hora, para evitar pegar muita movimentação nos postos. E que não esqueça de se vacinar”, alertou.

Pela primeira vez presos serão imunizados


No lançamento oficial no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que este ano a campanha de vacinação inclui pela primeira vez a população que vive em penitenciárias.

“Trata-se de um grupo com alta prevalência e risco mais elevado de ter várias doenças respiratórias. Ao proteger esse grupo, também estamos protegendo o conjunto da sociedade, pois bloqueamos uma cadeia de transmissão da gripe para quem visita esse grupo, para os familiares dos funcionários das penitenciárias, quem possa ter contato com um trabalhador ou com um visitante.”

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