De acordo com o coordenador da Vigilância de Alimentos, Paulo Antônio Casa Nova, 50% das bancas haviam sido observadas até a tarde desta sexta. Nenhum produto precisou ser recolhido. Muitas mercadorias, no entanto, foram inutilizadas pelos próprios comerciantes. Durante a vistoria, são analisados quesitos como a temperatura adequada para a conservação e a procedência. “Quando abrir novamente, os estabelecimentos vão estar em condições de atender ao público”, informou.
Para o presidente da Associação da Associação do Comércio do Mercado Público Central, Ivan Konig, o prédio irá reabrir com totais condições de segurança aos funcionários e frequentadores. Segundo ele, alguns comerciantes irão trabalhar durante o final de semana para organizar as mercadorias. Bens perecíveis, como carnes, só deverão ser levados na segunda-feira. “Na terça-feira estaremos aqui para atender ao público com segurança e com todo o carinho que o mercado tem.”
As lojas do térreo que permanecem interditadas sofrem com o problema de infiltração. Conforme Konig, a impermeabilização será iniciada assim que o tempo permitir.