Sob a regência do diretor artístico da Ospa, maestro Tiago Flores, os participantes puderam ouvir canções conhecidas como Fronteiras, Milongas para as Missões, Rancheirinha, Barra do Ribeiro, Redomona, Minuano, Céu Sol Sul, Mercedita, Querência Amada, Amargo e Canto Alegretense. Os arranjos ficaram por conta dos artistas Arthur Barbosa, Daniel Wolff e Alexandre Ostrowski.
Acompanhada de uma garrafa d’água e protegida com chapéu e óculos de sol, a funcionária pública Eolanda Franca, de 56 anos, destacou que a escolha do presente não poderia ter sido melhor. “Adoro as músicas do Borghetti e sempre que ele faz show na cidade tento estar presente”, declarou a moradora da zona Norte, que foi levada ao concerto pelo marido, Ubiratan, e pelo filho Rafael.
De acordo com a secretária da Sema, Jussara Cony, o evento, alám de ter sido um dos tradicionais concertos populares realizados pela Ospa, serviu também de reencontro entre as duas instituições, separadas durante anos. “Hoje foi um dia para se comemorar a renovação da vida, a preservação da natureza, mas também um momento de celebração da arte, unindo a cultura e a natureza”, explicou.
O evento promovido pela Sema recebeu o apoio cultural da empresa Brasken. O Museu faz parte da Fundação desde 1955 e serve como um órgão de pesquisa que desenvolve estudos de fauna e flora e fóssil de ecossistemas terrestres e aquáticos. O espaço possui cerca de 3 mil metros quadrados e inclui laboratórios, gabinetes, salas de exposição e de coleções cientificas, além de um acervo constituído por mais de 432 mil exemplares de animais e plantas.