Conforme o diretor comercial da Panambra, Aroldo Pietta, técnicos já foram chamados para o conserto das portas e troca dos vidros. Apesar de o trabalho ainda se estender por cerca de 10 dias, o atendimento não chegou a ser interrompido. Temendo novos episódios de vandalismo, a revenda contratou uma empresa para fazer a segurança enquanto durarem os atos de protesto na Capital.
Já a revenda de motos Estação H, localizada na esquina entre as avenidas Azenha e Ipiranga, avaliou que as perdas podem chegar a R$ 40 mil. A loja, que já retomou o atendimento normalmente, teve a fachada envidraçada destruídos, cinco motos novas danificadas e de pelo menos quatro capacetes furtados.