De acordo com a Prefeitura, as placas foram adquiridas por meio de licitação de uma empresa de Santa Catarina. O material foi entregue na segunda-feira, no dia em que Thiago morreu afogado. O secretário de Turismo de Capão da Canoa, André Avelino dos Santos, afirmou nesta quinta que a fiscalização do estado de conservação das placas vai passar a ser feita também pela pasta, em parceria com a Brigada Militar (BM). Quem flagrar algum ponto com problemas na sinalização pode comunicar os salva-vidas nas guaritas, a BM (através do 190) ou a prefeitura pelo telefone (51) 3625-2112.
Outras mortes
O afogamento de Tiago Rufatto elevou para 49 o número de surfistas mortos ao se enroscarem em redes de pesca no Litoral do Rio Grande do Sul desde 1986. A média é de praticamente dois óbitos por ano. De acordo com a Federação Gaúcha de Surf, o Estado é o único lugar do mundo a registrar esse tipo de ocorrência.