Com 69.498 inscritos, oferece salários entre R$ 488,52 e R$ 1.355,64, para jornada de 20 horas semanais. Das vagas, 26% são destinadas às cotas; 16% aos candidatos negros e pardos e 10% às pessoas com deficiência. As provas serão realizadas em 147 escolas do Estado a partir das 14h, com duração de 4 horas. Serão 60 questões objetivas integradas em dois módulos. O candidato precisa ter 60% de acerto em cada módulo. O concurso acontece em 30 municípios do Estado.
O prazo de validade do concurso público será de dois anos, prorrogável por igual período. As vagas disputadas serão para as áreas de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Educação Básica: Etapas e Modalidades, Educação Profissional e suas Tecnologias (Produção Alimentícia, Recursos Naturais, Controle e Processos Industriais, Infraestrutura, Informação e Comunicação, Gestão e Negócios, Saúde, Hospitalidade e Lazer, Produção Cultural e Design, Produção Industrial e Eixo Interdisciplinar).
Sindicato dos professores alerta que total de vagas criadas é insuficiente
Apesar da seleção, o Cpers/Sindicato adverte que o número de vagas ofertadas é insuficiente para suprir a demanda nas escolas estaduais. Conforme a presidente Rejane de Oliveira, 50% das instituições sofrem com deficiência de professores, mesmo que o Estado mantenha 20 mil educadores com contrato temporário. Ela defende a necessidade de contratação de ao menos mais 30 mil profissionais através de concurso.
Essa é a segunda seleção realizada pela Seduc na gestão de Tarso Genro. Na primeira, ocorrida no ano passado, 5,5 mil das 10 mil vagas foram preenchidas e, entre os aprovados, só 4,9 mil assumiram a função.