De acordo com Figueiredo, a medida cautelar foi concedida em razão de duas denúncias feitas por quatro vereadores de Porto Alegre. Ele afirmou ainda que itens da licitação foram objetos de impugnação e poderiam afastar alguns possíveis licitantes. Uma mudança contratual que modifica a modelo de multas é uma das razões da medida. Figueiredo afirma que “há uma possível desproporcionalidade” nas regras para multar as empresas.
O conselheiro explicou que a medida cautelar saiu nesta manhã porque só teve acesso ao processo no final de semana. “Ninguém mais do que eu queria que a licitação efetivamente saísse. Eu não gosto de conceder liminar que tranque o andamento administrativo, e só o fiz por conta dessas possíveis inseguranças que poderiam afastar participantes da licitação” disse Figueiredo.