Segundo dois membros do Conselho ouvidos pela Agência Brasil, a ideia é manter o trâmite normal para evitar problemas como já ocorreram em outras ocasiões de desastre, como pais separados que se aproveitaram para levar o filho ou pessoas que levaram crianças para outros países.
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Os conselheiros disseram que, até o momento, nenhuma criança órfã deu entrada nos abrigos da cidade. Segundo ele, se houver casos de crianças que perderam os pais na tragédia e não tenham familiares, elas serão encaminhadas para os orfanatos credenciados, Associação Nova Vida e Filhos do Coração, não ficarão nos abrigos temporários.