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Conserto de cratera na Dr. Timóteo fica pronto no domingo

Consórcio que construiu o Conduto Álvaro Chaves arcará com despesas

Consórcio que construiu o Conduto Álvaro Chaves arcará com despesas
Consórcio que construiu o Conduto Álvaro Chaves arcará com despesas Foto : André Ávila / CP Memória
O Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) prevê que o Consórcio PMR, que construiu o Conduto Álvaro Chaves, leve dois dias, entre quinta e sexta-feira, para fazer o conserto de uma rede de drenagem pluvial que se rompeu, no fim de semana passado, na rua Dr. Timóteo, bairro Moinhos de Vento. O dano causou a ruptura do asfalto na via e deixa a rua em meia-pista desde sábado. O problema, segundo o diretor-presidente do DEP, Tarso Boelter, ocorreu em uma tubulação auxiliar, que apesar de integrar o complexo de obras do Conduto Forçado Álvaro Chaves-Goethe, não compõe a estrutura principal da obra.

“O conduto (construído para captar a água da chuva dos pontos mais altos da região) é totalmente fechado a partir da rua Coronel Bordini, e não passa pelo trecho afetado”, esclarece Boelter. Caso não chova, a restauração completa, incluindo o recapeamento, deve ficar pronta até domingo. O local, próximo à rua Marquês do Herval, foi isolado pela EPTC, o que provoca lentidão em horários de pico.

Entregue em 2009, o Conduto Álvaro Chaves custou R$ 60 milhões. As empresas Mac Engenharia e Pavicon Engenharia, que fazem parte do consórcio, já tiveram de arcar com o conserto de um rombo que se abriu no asfalto em fevereiro na Bordini. Tarso Boelter afirmou, agora, que a Prefeitura deve licitar uma vistoria, até o fim do mês, em todo o Conduto, para checar se há riscos de que essa situação do verão se repita.

O DEP deve enviar cartas-convite para que empresas de São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais se habilitem à disputa. A garantia da obra vence em março de 2014. A vistoria deve durar 60 dias e custar entre R$ 140 mil e R$ 150 mil, pagos pela Prefeitura.

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