Uma reunião do secretário com a representantes da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) definiu que a Pasta fica com a responsabilidade de convencer os ocupantes a deixarem o local. Os tapumes que haviam sido colocados no terreno acabaram servindo de parede para as casas improvisadas.
O prédio vai ser concluído em oito meses pela empresa privada que venceu a licitação. O dinheiro – R$ 1,4 milhão – para a construção está parado na Secretaria Municipal da Cultura desde 2010, admitiu o secretário Jacoby.
A mudança do grupo de teatro para a nova casa depende da finalização da construção – instalação de elevadores, mobiliário e móveis – sem data para ocorrer. A estimativa é de que cerca de mais R$ 1 milhão sejam necessários para concluir. A nova sede deve ter salas de aula, de exposições, biblioteca e teatro.
A corretora de imóveis Zoila Brum, que mora em um prédio vizinho à ocupação, disse que no terreno há muito lixo acumulado. Ela pede providências da administração municipal. “A gente fica com pena deles (moradores de rua), mas a gente paga os impostos e é pra eles (prefeitura) fazerem alguma coisa pra essas pessoas também”, disse.