Conforme o diretor do museu, Márcio Linck, os objetos de cobre estão sendo substituídos por uma mistura de gesso e concreto. “Temos todos os moldes e por isso estamos fazendo réplicas para as ruas. Infelizmente, as obras originais são pichadas, depredadas e sofrem tentativa de roubo”, explicou.
O Monumento ao Colono, localizado na Praça do Imigrante, foi o primeiro a ser trocado. Em 2007, a estátua, que pesa mais de 15 quilos, sofreu uma tentativa de furto. Também foram substituídas por réplicas o monumento ao ambientalista Henrique Luis Roessler e um busto da Imperatriz Leopoldina, presentes no parque de mesmo nome.
O novo centro administrativo da cidade, que ainda nem foi inaugurado, já ganhou cópias dos bustos. João Carlos Haas Sobrinho, político desaparecido no Araguaia; e Jacobina Maurer, que liderou a Revolta dos Muckers, foram criados já com réplicas. “Os originais, que são de madeira, ficarão na sede do museu”, salientou Linck.
Dentre os monumentos que ainda não foram trocados e têm o original em exposição fora do museu, estão o busto de Theodomiro Porto da Fonseca, no Palácio da Prefeitura, o de Getúlio Vergas e o monumento das Forças Armadas, ambos na praça Tiradentes. Há ainda a estátua do túmulo de Hillebrand, no cemitério Cristo Rei. Na lápide, de basalto, havia correntes de cobre que foram roubadas em 2006.