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Corpo de Iara Rech deve ser sepultado em Cruz Alta

Jornalista morreu em um incêndio na noite de ontem, em Porto Alegre

Corpo Iara Rech deve ser sepultado em Cruz Alta
Corpo Iara Rech deve ser sepultado em Cruz Alta Foto : Artur Pulls
O corpo da jornalista Maria Iara Rech Kasper, morta em um incêndio na noite dessa segunda-feira aos 67 anos, deve ser sepultado em Cruz Alta, no Alto do Jacuí, onde vive parte da família. A vítima era divorciada e deixa uma filha, Ana Paula, que mora na Austrália. Ela, que soube da morte da mãe na manhã nesta terça, não confirmou se vem ao Brasil para os atos fúnebres.

Parte do apartamento de Iara foi consumida pelo incêndio na avenida Nilópolis, bairro Bela Vista, em Porto Alegre. A suspeita é de que um cigarro tenha provocado o fogo. Os bombeiros chegaram a tempo de impedir que as chamas se alastrassem para outros cômodos e outros apartamentos do edifício.

Ainda não há previsão para o Departamento Médico Legal (DML) liberar o corpo da vítima. Por isso, o dia e a hora do sepultamento não foram marcados.

A jornalista iniciou a carreira como estagiária na Folha da Tarde, sendo efetivada em 1966, tornando-se uma das primeiras mulheres a trabalhar na Caldas Júnior. Foi subeditora de Economia do Correio do Povo e editora na Folha da Manhã. Iara Rech também foi free lancer da Editora Abril, realizando trabalhos para as revistas Veja. Fundou e presidiu a Associação dos Jornalistas de Economia do RS (Ajoergs). Destacou-se também como editora da revista Exame e trabalhou com o jornalista Paulo Henrique Amorim. Atualmente, entre outras atividades, Iara Rech assinava coluna no site Coletiva.net.


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