Um investimento de interesse da história, da informação e da cultura do Rio Grande do Sul e do Brasil será lançado neste dia 2 de outubro. Com o apoio da CMPC — Celulose Riograndense, o Grupo Record RS lança oficialmente nesta sexta o projeto de digitalização do volumoso arquivo de jornais do Correio do Povo, onde estão guardadas, no 2º andar do prédio do jornal, todas as edições impressas nestes 120 anos, desde a número 1, lançada no dia 1º de outubro de 1895. O processo deverá ser concluído dentro de um prazo de 20 meses. Ao todo serão digitalizadas mais de 1,5 milhão de páginas.
“Sempre entendemos que a história do Correio do Povo confunde-se com a própria história do Rio Grande do Sul. Por essa razão, quando fomos procurados pelos amigos do Correio do Povo e tomamos conhecimento da ideia de digitalizar o acervo, vimos logo que a iniciativa era da maior importância. A conservação do acervo analógico, em papel, sempre será importante”, diz o presidente da Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes.
De acordo com ele, entretanto, fatores imprevistos, como catástrofes climáticas, incêndios ou situações adversas podem ocorrer. A digitalização é uma forma de “perenizar essa riqueza cultural e histórica”. Outro ganho do processo, segundo Nunes, é o fato de o meio digital poder potencializar e oferecer novas possibilidades de difusão e oferta do conhecimento histórico. “A Celulose Riograndense, presente há 43 anos no Rio Grande do Sul, orgulha-se de poder oferecer mais este presente aos gaúchos e ao Brasil”, ressalta o executivo.
Correio do Povo lança projeto de digitalização do arquivo nesta sexta
Todas as edições impressas estão guardadas em acervo no prédio do jornal