No entanto, o Cpers não foi recebido pelo governo estadual e uma reunião foi marcada para a próxima segunda-feira, às 15h, na Procergs. Com a decisão desta sexta, uma paralisação imediata na volta das aulas para o segundo semestre foi descartada. Assim, uma possível greve poderia acontecer apenas a partir da metade de agosto.
A categoria quer que o Piratini reabra negociação sobre o pagamento do piso nacional do Magistério. O governo do Estado, apesar de ter concedido reajuste, não paga o piso conforme a lei. No entender do governo, o indexador para definir o piso está equivocado, o que levou o Estado a questionar o tema na Justiça. Ainda que nenhum professor receba abaixo do valor estipulado em nível nacional, as vantagens e promoções não incidem sobre a totalidade desse pagamento, e sim sobre um vencimento básico, que é inferior.
*Com informações do repórter Danton Júnior e Voltaire Porto