Rejane ressaltou que os núcleos do Cpers no Interior estão sendo contatados para identificar qual o número de escolas que estão com problemas de infraestrutura e qual é o percentual de falta de professores na rede pública. Em Porto Alegre, ela citou o caso da escola Uruguai, no bairro Moinhos de Ventos, que está com as atividades suspensas por falta do Plano de Prevenção Contra Incêndios.
A secretária-adjunta da Seduc, Maria Eulália Nascimento, ressaltou que as acusações do sindicato se referem a interpretações equivocadas das ações do governo. Ela ressaltou que o governo manteve os 19 mil professores que estavam contratados, uma vez que uma parcela de 40% dos aprovados no concurso já estão ligados ao Estado. E que o governo optou por lançar a contratação emergencial de mais dois mil - como assegurado por lei - para ter uma margem de segurança, enquanto promove a adequação do quadro, evitando assim possíveis faltas. “A contratação só se dará naqueles casos em que não há aprovados”, afirmou.