Segundo a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, haverá mobilização no Parlamento. “É claro que nós vamos pressionar deputados da base e da oposição para retirarem essa proposta do plenário. A nossa alternativa é de que se pague tudo de uma vez para não defasar ainda mais o salário dos professores, que já acumulam muitas perdas”, ressaltou.
A categoria, que está em estado de greve podendo deliberar por uma paralisação geral a qualquer momento, agendou a assembleia para o próximo dia 29. Uma das críticas mais fortes permanece sendo o não pagamento do piso de forma integral, respeitando os benefícios agregados ao longo dos anos pelo plano de carreira.
O secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, descarta uma greve, já que, no entendimento do governo, até 2014 os professores terão ganho nos vencimentos de 76% considerado, pelo Executivo, o maior índice de aumento dado à classe na história dos governos que passaram pelo Piratini. Pestana ainda se comprometeu em complementar a diferença dos salários dos professores para receberem valores referentes ao piso nacional, quando houver um novo reajuste dado pelo governo federal no próximo ano.