Segundo ele, os médicos trabalham em condições precárias e há uma deficiência de 50% do efetivo no setor de traumato-ortopedia. Para Matos, a superlotação do hospital provoca um alto nível de estresse nos funcionários, o que "prejudica o atendimento da população". O presidente relatou também que a equipe do Cremers foi agredida verbalmente diversas vezes por pessoas que aguardavam consultas nos corredores, que segundo ele têm "paredes quebradas".
Ainda de acordo com Fernando Matos, um relatório minucioso vai ser elaborado e encaminhado às autoridades. A Secretaria Municipal de Saúde informou que só vai se pronunciar depois que o Cremers fizer a entrega formal do documento.