De acordo com a secretaria da Saúde, os dados não representam o total da violência na cidade, porque muitos casos não são registrados e é difícil a detecção de agressões a idosos e portadores de deficiência física. “A partir de 2012 poderemos enfrentar o problema de frente e Porto Alegre servirá de exemplo para outras cidades”, disse o secretário de Saúde, Carlos Henrique Casartelli.
A Organização Panamericana de Saúde aponta que um terço dos atendimentos realizados no Brasil são casos de violência e 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro é destinado a esse tipo de atendimento. Os dados foram coletados pelo Núcleo de Prevenção à Violência e inclui os serviços prestados pelas secretarias da Saúde, de Educação e de Direitos Humanos e Segurança Urbana, além da Fundação de Assistência Social e Cidadania.