As obras de concretagem nos corredores de ônibus da Protásio Alves e da Bento Gonçalves estão paradas devido à
crise no fornecimento de areia. O diretor administrativo-financeiro do Sindicato da Indústria de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral no RS (Sicepot-RS), Nilto Scapin, afirmou que a falta de areia - principal matéria-prima para a produção de concreto - obriga as empreiteiras a alterar os cronogramas, priorizando outras atividades, como pinturas e pequenos reparos.
“O que se consegue de areia é a preços 100% maiores do que havia sido previsto. O metro cúbico, que custava R$ 35,00, está custando R$ 70,00”, compara.
A Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) alegou que a entrega dos corredores vai atrasar em quatro meses para diminuir os problemas de trânsito na Capital, mas não citou a questão da falta de areia.