Segundo o presidente do Incolo, Paulo Naud, a ideia é permitir a capacitação dos trabalhadores da área da saúde nos municípios na detecção precoce do câncer de colo de útero, aumentando as chances de cura. “É uma maneira de oferecer capacitação e atualização sobre o assunto e, ao mesmo tempo, o assessoramento online de alguns casos médicos”, afirmou ele.
O presidente do Incolo destacou ainda que o câncer de colo de útero é um problema de saúde pública, porque pode ser prevenido com o diagnóstico precoce. Ele ressaltou que antes de se tornar um câncer, a doença pode ser identificada por pequenas lesões, eliminando a possibilidade de óbitos.
No Rio Grande do Sul, a cada 100 mil mulheres cerca de 28 morrem com a enfermidade. A doença ocupa o segundo lugar entre os óbitos por câncer em mulheres no Estado, ficando atrás apenas do que atinge as mamas. Na região Norte, o índice de morte é ainda maior, chegando a 90 óbitos a cada 100 mil mulheres.