Segundo ele, o novo dia de aplicação do Enem - para os alunos prejudicados pelos erros com o caderno amarelo - será anunciado quando for finalizada a leitura das atas dos locais da prova. Sobre a sindicância para apurar as falhas na edição deste Enem, Haddad disse que o trabalho "vai começar".
"No ano passado, fizemos a sindicância. Ninguém ali no Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) se furtou a prestar os esclarecimentos devidos, e nós sabemos hoje que não houve nenhuma participação de servidor do Inep nas ocorrências do ano passado", afirmou ele, ao lembrar o episódio do vazamento da prova.
"Temos de ter cuidado antes de sacrificar um servidor, dar o direito de defesa. Ele se explica, eventualmente pode até ser punido, mas de acordo com o devido processo legal, em que a defesa é admitida", completou. O requerimento de convite ao ministro na comissão foi apresentado pela senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) e subscrito pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).